Prêmio Ibema Gravura faz vernissage no Solar do Barão

Concurso, que atraiu 134 inscritos de todo o Brasil, é o único promovido pela iniciativa privada na área da gravura

Consolidado como única premiação para gravuristas realizada pela iniciativa privada, o 8º Prêmio Ibema Gravura inaugura dia 18 de outubro exposição com 20 artistas de todo o país. O vernissage será no Museu da Gravura Cidade de Curitiba, no Solar do Barão, às 19h30. A entrada é franca.

“Convidamos novos artistas para imergir nesse mundo encantador”, diz a coordenadora do prêmio, Lilian Queiroz. “Buscamos ideias que tragam a gravura para perto não só dos estudantes de artes, mas de todos os brasileiros, preservando a nossa cultura com carinho e dedicação.”

O número de inscritos cresceu bastante em 2018, e a seleção das 134 obras enviadas por jovens criadores foi feita por um júri formado por artistas renomados na área. “Desde a primeira até esta oitava edição, percebe-se um acréscimo de qualidade bastante grande, além de um fluxo maior de obras de outros estados”, comemora a artista plástica e professora Uiara Bartira, jurada que acompanha o prêmio desde o início.

O primeiro lugar foi conferido à gravura “Sala”, do paulistano Lucas Naganuma de Rezende. O segundo foi para “com quantas queimas perco seu retrato?”, da baiana Patrícia Paixão Martins, e o terceiro, para obra sem título da curitibana Sílvia da Silva. Juntos eles dividem o prêmio de R$ 9,5 mil.

“Esse trabalho é um dos primeiros que fiz de uma série, ainda em andamento, de paisagens e cenas urbanas. É a sala do apartamento onde moro”, conta Lucas Rezende, que cita como inspiração o fotógrafo japonês Daido Moriyama e suas cenas urbanas de Tóquio, o futurismo de Blade Runner, o cinema de Robert Bresson e as pinturas de Edward Hopper.

A Ibema, uma das maiores fabricante de papelcartão do Brasil e da América Latina, investe no resgate e manutenção da arte milenar da gravura como estímulo ao mercado gráfico e de embalagens. “Percebemos que a impressão digital dava sinais de domínio do mercado, e aos poucos, assistíamos às raízes gráficas sendo esquecidas. Foi aí que tivemos a ideia de organizar um prêmio para resgatar a história da impressão gráfica e ajudar na propagação da arte da gravura”, explica o consultor Fábio Mestriner, especialista no Design de Embalagens e consultor da Ibema.

Jussara Age, que entrou para o júri nesta edição do prêmio, lembra que a gravura tem um processo tecnicamente difícil de ser dominado. “O prêmio acompanhará a carreira desses novos artistas por um bom tempo, porque vemos que ele veio para ficar”, garante o jurado Nelson Hohmann, que é orientador de Gravura no Museu da Gravura Cidade de Curitiba desde 1994.

“É importante que o jovem artista participe de iniciativas como esta mostra, para entender que pode construir imagens e não é só o celular que traz imagens prontas”, defende a jurada Uiara Bartira.

 

Conheça as obras no site www.premioibemagravura.com.br

 

SERVIÇO – Vernissage e exposição 8º Prêmio Ibema Gravura

Dia 18 de outubro, às 19h30

Local: Museu da Gravura Cidade de Curitiba. Solar do Barão – Sala Gilda Belczak

Rua Pres. Carlos Cavalcanti, 533. Fone: (41) 3321-3267

Visitação: ter. a sex. das 9h às 12h e das 13h às 18h; sáb. e dom. das 13h às 18h.

Entrada franca

A pirataria de software e as suas consequências jurídicas

Por Rene Toedter

A pirataria de software consiste na utilização ilegal de programas de computador, o que viola os direitos autorais dos seus criadores. Dentre as principais ilegalidades estão a falsificação e a reprodução não autorizada. Justificando-se na estatística elevada de programas ilegais de computador, as empresas criadoras de software superaram as campanhas de legalização para adotarem posturas mais ativas visando coibir atos de pirataria. Assim, cada vez mais costumeiras, são as ações no Poder Judiciário visando a fiscalização de parques de computadores para confirmar o uso regular (ou não) de softwares.

Essas ações judiciais gozam de peculiaridades e compreendem, ao menos, dois momentos bem definidos. Primeiro as ações são propostas em segredo de justiça e buscam a autorização do Juízo para permitir que um perito, acompanhado de um oficial de justiça, analise a existência de cópias ilegais de programas em determinada empresa, que seria o que chamamos na linguagem advocatícia a “produção antecipada de provas”. O fator surpresa é essencial e justificado para garantir o sucesso da fiscalização. Os pedidos desta natureza são deferidos e autorizados pelo Poder Judiciário, mesmo que não haja indícios ou provas de alguma irregularidade. A fiscalização, então, é feita sob a regência do Judiciário, mesmo que não tenha sido formalizada prévia denúncia à empresa fiscalizada, tampouco tenha ocorrido qualquer procedimento prévio e extrajudicial. Nesta fase, é suficiente apenas o requerimento da empresa criadora do software.

Com o laudo de constatação, não necessariamente completo e detalhado, mas com apontamentos sobre o número de computadores e de programas, a empresa detentora do software ajuíza uma segunda ação contra a fiscalizada. Desta vez, aí sim postulando – com base em precedentes do Superior Tribunal de Justiça – a indenização, que corresponde a dez vezes do preço de mercado de cada cópia do software utilizado de modo irregular, ou seja, é a “ação indenizatória cumulada com inibitória”.

Apesar destas ações serem pautadas, muitas vezes, em informações meramente especulativas sobre o uso irregular e ilegal de software, os julgados e decisões judiciais não permitem muita margem de discussão. Há uma total transferência do ônus da prova para a empresa fiscalizada, esta deve comprovar o uso regular de todo e qualquer software.

São raras e específicas as situações em que o Judiciário entende existir um abuso de direito por parte da empresa detentora do direito sobre o software na fiscalização e apuração do ato de pirataria. O debate então se resume em comprovar a regularidade no uso do software, o que deve ser feito pela empresa fiscalizada e na atenção no momento da vistoria realizada pelo perito do juízo e na reunião dos documentos que comprovem a compra de licenças de uso dos softwares.

O segundo ponto em discussão passa a ser o valor a arbitrado a título de indenização em caso de se constar alguma irregularidade no uso do software. Apesar do pleito das empresas de que esta indenização corresponda a dez vezes o preço de mercado de cada cópia de software irregular, há uma margem de discricionariedade ao juízo responsável por processar e julgar a ação. Portanto, a indenização pode variar entre o valor correspondente à aquisição do programa, mas pode atingir o teto de dez vezes esta quantia.

*Rene Toedter é Mestre em Direito do Estado pela Universidade Federal do Paraná, advogado e sócio do Departamento Contencioso da Andersen Ballão Advocacia.

Desfralde de criança autista requer planejamento e persistência

Terapeuta ocupacional do CERNE dá dicas para auxiliar famílias que buscam maior independência e conforto

 Com a chegada do calor é hora de treinar seu filho para a retirada da fralda, um processo que requer paciência e parceria de família e escola. O processo é ainda mais complexo quando se trata de crianças e adolescentes autistas, que podem levar alguns anos até a adaptação completa, alerta a terapeuta ocupacional Syomara Smidiziuk, do Centro de Excelência em Recuperação Neurológica (CERNE). “O prêmio é a independência e maior conforto para eles”, afirma. O CERNE tem realizado com sucesso o desfralde de crianças e adolescentes com dificuldades motoras, cognitivas e pessoas com transtorno do espectro autista.

A retirada da fralda para a pessoa com deficiência precisa seguir três etapas: a observação dos hábitos e preenchimento de uma tabela de horários de ida ao banheiro por no mínimo 15 dias, a análise da tabela e organização do plano de ação. Depois, é necessário persistir por no mínimo três semanas com o mesmo plano, sabendo que os escapes são normais.

Dicas práticas para o plano de ação envolvem a antecipação (levar a criança ao banheiro 10 minutos antes do horário marcado); proporcionar a familiaridade com o banheiro que será utilizado; apoiar os pés, usando um banquinho ou adaptadores, sentar a criança ereta e deixar que ela escolha a melhor posição; e estimular a bexiga com massagem, se necessário. A meta é levá-la seis vezes por dia ao banheiro, ficando no máximo cinco minutos cada vez.

“Não use o banheiro como uma brincadeira; não pergunte se ela quer ir, apenas conduza; e, muito importante: para crianças com dificuldade de comunicação, use gestos, sinais ou fotos”, ensina Syomara. Outra sugestão é adotar uma recompensa exclusiva para a ida ao banheiro e manter as fraldas somente para dormir ou sair de casa.

É importante certificar-se que não existe uma explicação médica para a dificuldade na retirada, como o comprometimento da bexiga. “Mas, em geral, o processo tem muito mais a ver com a organização familiar do que com um mau funcionamento do corpo”, explica a terapeuta. As famílias que necessitarem podem contar com o auxílio da terapia ocupacional nessa importante transição.

É importante ainda que a escola esteja em sintonia com a família e o terapeuta, seguindo um plano de ação único. Caroline Fardoski Kloss conta que o trabalho para o desfralde do filho Octávio, de quase 4 anos, começou com a linguagem. “Usamos imagens numa sequência e coloquei no banheiro, mostrando os passos”, conta. “Logo ele começou a entender.”

Ainda falta completar o processo, porque, em alguns casos, quando sente vontade de ir ao banheiro, o menino se esconde. “As terapeutas do CERNE me ajudaram a saber como agir, a não repreender e sim parabenizar. Vejo que ele está mais independente do que era”, comemora.

Outras dica é usar jogos e aplicativos para a família que ensinam a ir ao banheiro, como “Pepi Play” e “Potty Training”.

Desafios

As maiores dificuldades enfrentadas pelas crianças autistas durante o desfralde costumam envolver quatro áreas: linguagem (entender o estímulo do adulto relacionado à ida ao banheiro); vestuário (demora ou incapacidade de retirar as roupas); o próprio medo de se sentar no vaso ou do barulho da descarga; e o conhecimento do corpo (ele pode não perceber a roupa molhada).

“Toda criança é capaz de sair das fraldas, desde que não haja uma patologia urológica”, assegura Syomara. Além da independência proporcionada à criança ou adolescente, o desfralde previne casos de infecção urinária, mau cheiro e o desconforto do paciente. Outra vantagem é a menor quantidade de laxante necessário para o bom funcionamento do organismo.

Alimentação reflete diretamente no desempenho do colaborador

Atenta ao bem-estar e à saúde dos trabalhadores, a Exal possui opções de pratos diferenciados para quem busca alimentação balanceada ou possui alguma restrição alimentar

 O desempenho dos colaboradores está atrelado a diversos fatores, um deles é a alimentação, que influencia diretamente na eficiência e na concentração, além de melhorar a qualidade de vida dentro e fora da empresa. Preocupada com a saúde e o bem-estar dos profissionais que atuam em empresas parceiras, a Exal – Excelência em Alimentação – oferece opções diferenciadas para quem procura ter uma refeição balanceada.

A busca por uma alimentação saudável pode ser comprovada pela pesquisa do Instituto Datafolha, que identificou que mais da metade dos clientes de estabelecimentos gastronômicos do país estão interessados em consumir alimentos saudáveis. Segundo o estudo de 2016, 53% das pessoas entrevistadas perceberam um aumento na procura por frutas, 61% dos clientes estão consumindo mais verduras e legumes, e 65% afirmaram que as pessoas estão acrescentando sucos de frutas ao cardápio.

De acordo com Sarielly Saurin, gerente de Qualidade e nutricionista da Exal, organização que atua no segmento de alimentação coletiva e serve cerca de 100 mil refeições ao dia, entre as alternativas saudáveis está o “exalight”, uma opção balanceada em calorias e nutrientes, composta por uma porção de carboidrato, uma de proteína e uma de fibras. “Normalmente, é solicitado pelas pessoas que buscam uma opção mais equilibrada. Os colaboradores das empresas que possuem esse serviço podem, um dia antes, realizar a reserva do prato, com valor calórico entre 500 e 700 calorias”, diz Sarielly.

Atenção à saúde

Além do foco naqueles que buscam uma vida saudável, a preocupação da Exal se estende aos colaboradores com alguma doença ou restrição alimentar, como diabetes, hipertensão, obesidade, doença celíaca, intolerância à lactose e outras. “Entre os cuidados especiais, no caso de celíacos, por exemplo, utilizamos utensílios de cor diferenciada para alimentos alergênicos. Isso evita a contaminação cruzada. Quanto aos diabéticos, hipertensos ou outros, ao receber o pedido do cliente também temos um cuidado especial no preparo das comidas”, relata.

Segundo a gerente de Qualidade e nutricionista, um informativo é deixado no início do buffet para que os colaboradores tenham acesso às informações de cada prato. “Para que as pessoas alérgicas evitem o consumo de determinados alimentos, identificamos o cardápio com marcações de acordo com o alergênico contido naquela preparação específica”, expõe. Os grupos de alimentos identificados pela Exal como de risco alérgico são: trigo, leite, soja, amendoim, castanha, nozes e ovos.

Além disso, por meio do Programa Mais Saúde e Vida, são feitas orientações para reeducação alimentar e adaptação ao cardápio diário dos restaurantes administrados pela Exal, conforme as necessidades dos colaboradores. “Informações sobre os valores e benefícios nutricionais dos alimentos são disponibilizadas em todos os nossos restaurantes. Trabalhamos com displays que informam o nome do prato, as calorias por porção e, ainda, sinalizamos com marcadores de cor verde, amarela ou vermelha. Essas cores indicativas têm o objetivo de orientar os trabalhadores sobre como montar o prato de forma saudável”, conclui Sarielly.

E tudo isso que começa no trabalho pode se estender para casa. Os novos hábitos introduzidos e as informações aprendidas no restaurante da empresa, aos poucos, ajudam as pessoas a se alimentarem com mais qualidade no dia a dia.

Preocupação com o meio ambiente requer materiais sustentáveis e de fácil reciclagem

Papelcartão Ibema vem como uma solução para as empresas e conquista mercado brasileiro

 Neste Dia da Árvore, a Ibema comemora os avanços técnicos no setor de reciclagem e a consolidação do papelcartão feito com árvores plantadas no mercado.

O projeto PLS 92/2018, que prevê a retirada gradual do plástico da composição de pratos, copos, bandejas e talheres descartáveis segue em análise na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE). Se a medida for aprovada, o plástico deve ser totalmente substituído por materiais biodegradáveis em itens destinados ao acondicionamento de alimentos prontos para o consumo, em um prazo de dez anos.

A pesquisa divulgada este ano pelo departamento de ciência do Reino Unido, mostra que até 2025 os oceanos do planeta podem ter até três vezes mais plástico. Os pedaços maiores podem estrangular animais, já os menores podem ser ingeridos por peixes, que servem de alimento para outros seres e até para nós humanos. Além disso, o material tem um alto número de produtos químicos em sua produção, o que aumenta o desequilíbrio ambiental.

Com dados tão preocupantes, o mercado procura alternativas viáveis ao material, uma delas é o papelcartão. A matéria-prima básica do papelcartão é a celulose, resultante principalmente do beneficiamento da madeira de florestas plantadas e da reciclagem de aparas de papel geradas durante o processo industrial. O Brasil é pioneiro em sustentabilidade e manejo responsável, com toda a produção nacional proveniente de florestas plantadas – que ocupam 7,84 milhões de hectares, o correspondente a 0,9% do território nacional.

No panorama geral, Nilton Saraiva, presidente de um dos maiores players do setor na América Latina, a Ibema, observa que a indústria de papelcartão teve um excelente resultado na Europa nos últimos anos. Já quanto ao mercado brasileiro, Saraiva vê um cenário positivo para o setor, que está em expansão e deve ter um crescimento médio de 3% este ano. “Hoje vemos o papelcartão entrando em pequenas sorveterias, em pequenos negócios e é claro nas grandes empresas, como uma solução mais sustentável, menos agressiva ao meio ambiente”, avalia.

 

Biodegradável e 100% reciclável, o papelcartão server para confeccionar caixas e embalagens de alimentos, cosméticos, medicamentos e bebidas, oferecendo inúmeras possibilidades de design e ótima qualidade para impressão, além de ser uma ótima ferramenta de comunicação, afinal é possível imprimir em todos os seus lados. Aqui no país algumas marcas já apostam na utilização do papelcartão como alternativa para suas embalagens. E os exemplos vão das pequenas as grandes empresas: O Boticário, Mc Donalds, a chocolateria Nugali, entre outros. “O aumento da demanda de papelcartão se deve à valorização de seus atributos por parte dos brand owners, consumidores e inovações que permitem que o papelcartão possa ser utilizado em diversas aplicações, além das convencionais. Isso porque, para o mercado de embalagens, o papelcartão além de ser sustentável – fonte de matéria-prima renovável, biodegradável e reciclável – oferece alta qualidade na impressão,variedade de texturas e acabamentos, design estrutural – além do amplo espaço para informação”, revela Fabiane Staschower, Executiva de Inovação de Embalagens.

 

Sobre a Ibema: Gerar valor de maneira sustentável por meio da fabricação e distribuição de produtos que conquistem a preferência dos clientes, contribuindo com iniciativas que favoreçam toda a cadeia, com a dedicação e preocupação de garantir o melhor resultado para a empresa e seus clientes. Esta é a missão da Ibema, fabricante de papelcartão, que permeia a sua atuação com base no conceito de foco do cliente. A empresa, fundada em 1955, é hoje um dos players mais competitivos da América Latina. Sua estrutura é composta por sede administrativa localizada em Curitiba, centro de distribuição direta em Araucária com área útil de 12 mil m2 e fábricas instaladas nos municípios de Turvo, no Paraná, e em Embu das Artes, em São Paulo, que juntas possuem capacidade de produção anual de 140 mil toneladas. Em seu portfólio, estão os melhores produtos, reconhecidos pela qualidade e performance na indústria gráfica. A empresa, que atualmente conta com aproximadamente 880 colaborares, possui unidades certificadas pela ISO 9001, pela ISO 14001 e pelo FSC (Forest Stewardship Council). Para mais informações sobre produtos e serviços, acesse o nosso site, disponível também nos idiomas espanhol e inglês: www.ibema.com.br.

Quanto vale a saúde e a segurança no trabalho?

Restaurante administrado pela Exal na BO Paper, indústria do segmento de papel, comemora seis anos sem acidentes de trabalho 

O Brasil é o quarto país do mundo que mais registra acidentes de trabalho.  Segundo informações da Previdência Social e Ministério do Trabalho, por ano, ocorrem 700 mil acidentes – os motivos vão da falta de equipamentos até a exaustão dos profissionais.  Mas, afinal, como as empresas podem amenizar esse problema? A resposta está na prevenção, somada a condições favoráveis de trabalho.

É assim que a Exal – Excelência em Alimentação atua: com a prevenção. A preocupação com a saúde e a qualidade de vida de seus colaboradores e dos trabalhadores das empresas parceiras estão entre as prioridades da companhia.  “A gestão de segurança do trabalho está em conformidade com a legislação e atrelada a ferramentas de apoio eficientes na prevenção de acidentes e doenças ocupacionais”, afirma a técnica de Segurança do Trabalho da Exal, Miriam Gonçalves.

Na BO Paper – unidade Arapoti, que tem o restaurante administrado pela Exal, o resultado é tão positivo que a companhia está há seis anos sem acidentes de trabalho. Por dia, 500 refeições são servidas em três turnos.

De acordo com a técnica de Segurança, além da vigilância constante, uma das ferramentas usadas é o DSS, instrumento de comunicação entre a TST e os colaboradores, que tem a função de conscientizá-los sobre diversos assuntos relacionados à prevenção contra acidentes e doenças ocupacionais. Com isso, houve uma queda de 72% no índice de acidentes na Exal.

No caso de restaurantes, os principais riscos são a ausência de equipamentos, a falta de treinamentos relacionados à função do empregado, problemas de políticas internas que não promovam a prevenção, assim como a capacidade mental ou física das pessoas. “Adotamos um lema : eu me cuido, cuido do meu colega e deixo que cuidem de mim. Isso tem refletido diretamente na segurança dos nossos colaboradores, por isso, estamos comemorando seis anos sem acidente”, conclui Miriam.

Sobre a Exal – A empresa atua no segmento de alimentação coletiva há 25 anos e tem como diferencial a excelência na alimentação, visando oferecer aos colaboradores de empresas e indústrias uma alimentação diferenciada, onde o bem-estar, a saúde e a qualidade de vida estão em primeiro lugar. A Exal conta com, aproximadamente, 1.500 colaboradores e oferece cerca de 100 mil refeições por dia. Os restaurantes são administrados por nutricionistas com formação em gestão de negócios e todos os profissionais passam por etapas de treinamentos e capacitação de acordo com a atuação dentro da empresa. Mais informaçõeswww.exal.com.br.

A profissão de síndico será regulamentada?

* Por Fernanda Macedo Pereira Guimarães  

Com a entrega de novos empreendimentos imobiliários, mais complexos e elaborados, passou a surgir uma forte demanda pela gestão profissional de condomínios. O Art. 1.347 do Código Civil Brasileiro estabelece que o síndico poderá ser pessoas condôminas ou não, ou seja,  pessoas físicas ou jurídicas não proprietárias e especializadas em exercer a atividade.  A norma esclarece, ainda que, o síndico pode permanecer no cargo por prazo não superior a dois anos, cabendo renovação.

A permissão concedida pela lei em se eleger síndico não condômino, fez surgir a figura do síndico profissional. Assim, enquanto antes somente o síndico condômino exercia essa função, atualmente tem-se verificado uma forte tendência em se delegar a atividade administrativa dos condomínios edilícios a pessoas não moradoras.

O fato ocorre, não apenas pelo receio dos condôminos em assumirem as responsabilidades civis que recaem sobre a figura do síndico, mas também pelo desgaste que evitam sofrer junto aos demais vizinhos para resolver conflitos, priorizando o bom relacionamento entre os moradores.

Contudo, a figura do síndico profissional ainda não foi regulamentada pelo ordenamento jurídico brasileiro, o que fragiliza tanto a atividade do síndico condômino quanto a do próprio condomínio, ao contratar síndico profissional, não condômino, uma vez que o Art. 1.348 do Código Civil estabelece apenas as funções do síndico condômino.

Diante dessa carência legislativa, tramita perante à CCJ – Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania o Projeto de Lei do Senado n° 348, de 2018, que tem por objetivo regulamentar a figura do síndico profissional. O projeto de lei altera os artigos 1.347, 1.348, 1.349 e 1.354 do Código Civil, passando a dispor sobre a habilitação profissional do síndico, suas competências, forma de renúncia, dever de prestação de contas e destituição, além de tratar do uso de procurações em assembleias condominiais. Ainda de acordo com o projeto de lei, o síndico profissional deverá estar devidamente habilitado e capacitado para o exercício de suas funções pelo CRA – Conselho Regional de Administração. As pessoas jurídicas também poderão exercer a figura de síndico profissional, desde que igualmente registradas perante o CRA, comprovando a existência de responsáveis técnicos habilitados para tanto em seu quadro de colaboradores. Importante salientar, por fim, que a proposta de regulamentação da profissão de síndico engloba tão somente os síndicos não condôminos, ou seja, aquelas que atuam de forma profissional e não residem no imóvel. Assim, permanece livre e possível o exercício da função de síndico pelo condômino. De todo modo, com a regulamentação da figura do síndico profissional, os condomínios certamente elevarão seu grau de exigência ao eleger seus futuros síndicos, avaliando de forma criteriosa o grau de conhecimento técnico e experiência do candidato para a função, seja ele síndico condômino ou profissional.

Fernanda Macedo Pereira Guimarães é advogada especializada em Direito Imobiliário pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) e sócia-fundadora do escritório Guimarães & Lopes Martins Advogados Associados.

Associação Comercial do Paraná é a mais nova associada ao InPAR

A ACP, Associação Comercial do Paraná, é a mais nova associada ao Instituto Paranaense de Reciclagem. Na ocasião, o presidente da ACP, Glaucio Geara, falou sobre a importância do trabalho realizado pelo InPAR no estado do Paraná, bem como a relevância de ações estratégicas e dos projetos voltados para a educação ambiental e seu impacto na economia. Para Rommel Barion, a nova associação será de extrema importância em termos de sustentabilidade: “Por ter um contato direto com os comerciantes do estado, a parceria com a ACP poderá resultar em novas relações e com isso trazer ideias para uma melhor integração entre o setor e as ações que visam disseminar hábitos sustentáveis”.

No encontro estavam presentes o presidente do Instituto Paranaense de Reciclagem, Rommel Barion, o coordenador do Conselho de Ações de Sustentabilidade Empresarial (Casem) e membro do Pacto Global da ONU, Norman de Arruda Filho, e Glaucio Geara, presidente da Associação Comercial do Paraná.

Guairinha recebe espetáculos internacionais de dança

Evento marca abertura oficial da Mostra Paranaense 2018 com coreografias contemporâneas de artistas premiados a preços populares

Uma das missões da Mostra Paranaense de Dança é oferecer ao público a oportunidade de prestigiar espetáculos profissionais a preços populares. Em sua 11ª edição, o evento traz para Curitiba apresentações de solistas premiados e/ou finalistas no Internationales Solo-Tanz-Theater Festival Stuttgart, que ocorre anualmente na Alemanha. Os artistas apresentam trabalhos inovadores no palco do Guairinha, no dia 2 de maio, às 20h. A entrada terá o valor de R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia).

Os espetáculos marcam a grande abertura do evento organizado pela Associação de Bailarinos e Apoiadores do Balé Teatro Guaíra, a ABABTG, com coreografias de bailarinos da Espanha, Congo, França, Itália e Eslovênia. O festival, que é realizado na Alemanha, dá espaço a coreógrafos e bailarinos contemporâneos de diversos locais do mundo para apresentarem performances originais. Os solistas que virão ao Brasil são: Marina Migueléz-Lucena (Espanha), Miguel Mavatiko (Congo), Benoit Couchot (França), Gloria Ferrari (Italia) e Jernej Bizjak (Eslovênia).

Seletiva regional

Após a grande abertura internacional, coreografias de diferentes gêneros serão apresentadas entre os dias 3 e 5 de maio, também no palco do Guairinha. Grupos e artistas da dança de Curitiba, Região Metropolitana e cidades próximas mostrarão seus trabalhos para uma banca de profissionais convidados pela ABABTG e que poderão ser selecionados para participar da final da Mostra, que ocorre tradicionalmente no Guairão no mês de junho. Esses espetáculos serão abertos ao público ao preço de R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia).

Dando continuidade as seletivas de coreografias da Mostra em todo o Paraná, as próximas paradas da ABABTG serão em Chopinzinho (28 de abril a 4 de maio), Ponta Grossa (5 a 11 de maio) e Arapongas (12 a 18 de maio). Também serão ofertadas oficinas de aprimoramento técnico e artístico em modalidades variadas, ministradas por profissionais habilitados (consultar cronograma abaixo).

Sobre a Mostra Paranaense de Dança – o evento se tornou um dos maiores do gênero no Brasil. Em 2017, reuniu cerca de 17 mil pessoas – entre público, artistas inscritos, bailarinos profissionais convidados, equipe técnica e alunos das oficinas e workshops. Ao todo, o Festival contou com a participação de grupos de 56 cidades, sendo três de Santa Catarina e o restante do Paraná. Ambos os estados reuniram 2.360 artistas inscritos, que apresentaram 566 coreografias, sendo que, destas, 122 foram aprovadas para a Mostra Final. Neste ano, a Mostra Paranaense de Dança dá continuidade ao seu compromisso de revelar o talento de artistas e grupos amadores, promover a interação entre profissionais e estudantes da dança, ofertar iniciativas de formação, promover apresentações artísticas de companhias e bailarinos profissionais convidadas, e trazer para o país artistas internacionais em apresentações inéditas.

CRONOGRAMA – Mostra Paranaense de Dança 2018

Espetáculo de abertura da Mostra Paranaense de Dança:

Solistas premiados e/ou finalistas no Internationales Solo-Tanz-Theater Festival Stuttgart se apresentam no Guairinha

Data: Quarta-feira, dia 2 de maio, às 20h
Local: Guairinha – Rua XV de Novembro, 971
Ingressos: R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia), disponíveis no Disk Ingressos e bilheteria do teatro.

Espetáculos dos grupos inscritos na Seletiva Curitiba:

Datas: 3 a 5 de maio, às 20h, e 6 de maio às 18h
Local: Guairinha – Rua XV de Novembro, 971
Ingressos: R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia), disponíveis no Disk Ingressos e bilheteria do teatro.

Apresentações das seletivas nas cidades do interior:

  • Chopinzinho: 26 e 27 de maio
    • Ponta Grossa: 2 e 3 de junho
    • Arapongas: 9 e 10 de junho

Mostra Final com os artistas e grupos selecionados:

  • Entre os dias 21, 23 e 24 de junho, no Guairão, em Curitiba.

Inscrições para oficinas de aprimoramento técnico e artístico, via site www.ababtg.org.br/mostra (R$ 20 por oficina):

 

  • Campo Mourão: 30 de abril a 13 de maio
    • Chopinzinho: 7 a 20 de maio
    • Ponta Grossa: 14 a 27 de maio
    • Arapongas: 21 de maio a 3 de junho
    • Curitiba (Mostra Final): 4 a 17 de junho

Regulamento e informações:

mostra@ababtg.org.br
www.ababtg.org.br/mostra
www.facebook.com/ababtgoficial

Agenda brasileira para a Indústria 4.0

A Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Alemanha (AHK Paraná), por meio do Centro Internacional de Tecnologia de Software (CITS), promoveu o café-palestra “A agenda brasileira para a Indústria 4.0: o Brasil na 4ª Revolução Industrial”. O evento, realizado no último dia 12 de abril, em Curitiba, foi conduzido pelo assessor especial para a Indústria 4.0 do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), Rafael Moreira. O encontro reuniu gestores e profissionais de multinacionais alemãs, entre outras empresas paranaenses.

Os conselheiros da AHK Paraná: Hans Schorer (presidente do Cons. de Adm. do CITS) e Daniel da Rosa (CEO da unidade Steering da thyssenkrupp para o Brasil); Rafael Moreira (assessor especial para a Indústria 4.0 do MDIC) e Fernando Borer (coordenador do GIE Indústria 4.0 e gestor de manufatura dos sistemas Powertrain da Bosch) Crédito: Silvana Piñeiro Nogueira