Prêmio Ibema Gravura faz vernissage no Solar do Barão

Concurso, que atraiu 134 inscritos de todo o Brasil, é o único promovido pela iniciativa privada na área da gravura

Consolidado como única premiação para gravuristas realizada pela iniciativa privada, o 8º Prêmio Ibema Gravura inaugura dia 18 de outubro exposição com 20 artistas de todo o país. O vernissage será no Museu da Gravura Cidade de Curitiba, no Solar do Barão, às 19h30. A entrada é franca.

“Convidamos novos artistas para imergir nesse mundo encantador”, diz a coordenadora do prêmio, Lilian Queiroz. “Buscamos ideias que tragam a gravura para perto não só dos estudantes de artes, mas de todos os brasileiros, preservando a nossa cultura com carinho e dedicação.”

O número de inscritos cresceu bastante em 2018, e a seleção das 134 obras enviadas por jovens criadores foi feita por um júri formado por artistas renomados na área. “Desde a primeira até esta oitava edição, percebe-se um acréscimo de qualidade bastante grande, além de um fluxo maior de obras de outros estados”, comemora a artista plástica e professora Uiara Bartira, jurada que acompanha o prêmio desde o início.

O primeiro lugar foi conferido à gravura “Sala”, do paulistano Lucas Naganuma de Rezende. O segundo foi para “com quantas queimas perco seu retrato?”, da baiana Patrícia Paixão Martins, e o terceiro, para obra sem título da curitibana Sílvia da Silva. Juntos eles dividem o prêmio de R$ 9,5 mil.

“Esse trabalho é um dos primeiros que fiz de uma série, ainda em andamento, de paisagens e cenas urbanas. É a sala do apartamento onde moro”, conta Lucas Rezende, que cita como inspiração o fotógrafo japonês Daido Moriyama e suas cenas urbanas de Tóquio, o futurismo de Blade Runner, o cinema de Robert Bresson e as pinturas de Edward Hopper.

A Ibema, uma das maiores fabricante de papelcartão do Brasil e da América Latina, investe no resgate e manutenção da arte milenar da gravura como estímulo ao mercado gráfico e de embalagens. “Percebemos que a impressão digital dava sinais de domínio do mercado, e aos poucos, assistíamos às raízes gráficas sendo esquecidas. Foi aí que tivemos a ideia de organizar um prêmio para resgatar a história da impressão gráfica e ajudar na propagação da arte da gravura”, explica o consultor Fábio Mestriner, especialista no Design de Embalagens e consultor da Ibema.

Jussara Age, que entrou para o júri nesta edição do prêmio, lembra que a gravura tem um processo tecnicamente difícil de ser dominado. “O prêmio acompanhará a carreira desses novos artistas por um bom tempo, porque vemos que ele veio para ficar”, garante o jurado Nelson Hohmann, que é orientador de Gravura no Museu da Gravura Cidade de Curitiba desde 1994.

“É importante que o jovem artista participe de iniciativas como esta mostra, para entender que pode construir imagens e não é só o celular que traz imagens prontas”, defende a jurada Uiara Bartira.

 

Conheça as obras no site www.premioibemagravura.com.br

 

SERVIÇO – Vernissage e exposição 8º Prêmio Ibema Gravura

Dia 18 de outubro, às 19h30

Local: Museu da Gravura Cidade de Curitiba. Solar do Barão – Sala Gilda Belczak

Rua Pres. Carlos Cavalcanti, 533. Fone: (41) 3321-3267

Visitação: ter. a sex. das 9h às 12h e das 13h às 18h; sáb. e dom. das 13h às 18h.

Entrada franca

Preocupação com o meio ambiente requer materiais sustentáveis e de fácil reciclagem

Papelcartão Ibema vem como uma solução para as empresas e conquista mercado brasileiro

 Neste Dia da Árvore, a Ibema comemora os avanços técnicos no setor de reciclagem e a consolidação do papelcartão feito com árvores plantadas no mercado.

O projeto PLS 92/2018, que prevê a retirada gradual do plástico da composição de pratos, copos, bandejas e talheres descartáveis segue em análise na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE). Se a medida for aprovada, o plástico deve ser totalmente substituído por materiais biodegradáveis em itens destinados ao acondicionamento de alimentos prontos para o consumo, em um prazo de dez anos.

A pesquisa divulgada este ano pelo departamento de ciência do Reino Unido, mostra que até 2025 os oceanos do planeta podem ter até três vezes mais plástico. Os pedaços maiores podem estrangular animais, já os menores podem ser ingeridos por peixes, que servem de alimento para outros seres e até para nós humanos. Além disso, o material tem um alto número de produtos químicos em sua produção, o que aumenta o desequilíbrio ambiental.

Com dados tão preocupantes, o mercado procura alternativas viáveis ao material, uma delas é o papelcartão. A matéria-prima básica do papelcartão é a celulose, resultante principalmente do beneficiamento da madeira de florestas plantadas e da reciclagem de aparas de papel geradas durante o processo industrial. O Brasil é pioneiro em sustentabilidade e manejo responsável, com toda a produção nacional proveniente de florestas plantadas – que ocupam 7,84 milhões de hectares, o correspondente a 0,9% do território nacional.

No panorama geral, Nilton Saraiva, presidente de um dos maiores players do setor na América Latina, a Ibema, observa que a indústria de papelcartão teve um excelente resultado na Europa nos últimos anos. Já quanto ao mercado brasileiro, Saraiva vê um cenário positivo para o setor, que está em expansão e deve ter um crescimento médio de 3% este ano. “Hoje vemos o papelcartão entrando em pequenas sorveterias, em pequenos negócios e é claro nas grandes empresas, como uma solução mais sustentável, menos agressiva ao meio ambiente”, avalia.

 

Biodegradável e 100% reciclável, o papelcartão server para confeccionar caixas e embalagens de alimentos, cosméticos, medicamentos e bebidas, oferecendo inúmeras possibilidades de design e ótima qualidade para impressão, além de ser uma ótima ferramenta de comunicação, afinal é possível imprimir em todos os seus lados. Aqui no país algumas marcas já apostam na utilização do papelcartão como alternativa para suas embalagens. E os exemplos vão das pequenas as grandes empresas: O Boticário, Mc Donalds, a chocolateria Nugali, entre outros. “O aumento da demanda de papelcartão se deve à valorização de seus atributos por parte dos brand owners, consumidores e inovações que permitem que o papelcartão possa ser utilizado em diversas aplicações, além das convencionais. Isso porque, para o mercado de embalagens, o papelcartão além de ser sustentável – fonte de matéria-prima renovável, biodegradável e reciclável – oferece alta qualidade na impressão,variedade de texturas e acabamentos, design estrutural – além do amplo espaço para informação”, revela Fabiane Staschower, Executiva de Inovação de Embalagens.

 

Sobre a Ibema: Gerar valor de maneira sustentável por meio da fabricação e distribuição de produtos que conquistem a preferência dos clientes, contribuindo com iniciativas que favoreçam toda a cadeia, com a dedicação e preocupação de garantir o melhor resultado para a empresa e seus clientes. Esta é a missão da Ibema, fabricante de papelcartão, que permeia a sua atuação com base no conceito de foco do cliente. A empresa, fundada em 1955, é hoje um dos players mais competitivos da América Latina. Sua estrutura é composta por sede administrativa localizada em Curitiba, centro de distribuição direta em Araucária com área útil de 12 mil m2 e fábricas instaladas nos municípios de Turvo, no Paraná, e em Embu das Artes, em São Paulo, que juntas possuem capacidade de produção anual de 140 mil toneladas. Em seu portfólio, estão os melhores produtos, reconhecidos pela qualidade e performance na indústria gráfica. A empresa, que atualmente conta com aproximadamente 880 colaborares, possui unidades certificadas pela ISO 9001, pela ISO 14001 e pelo FSC (Forest Stewardship Council). Para mais informações sobre produtos e serviços, acesse o nosso site, disponível também nos idiomas espanhol e inglês: www.ibema.com.br.