Cardápios inteligentes precisam estar atrelados à redução de custos

É aí que um bom planejamento faz a diferença no final das contas. Saiba o que a Exal – Excelência em Alimentação tem feito

Almoçar fora de casa todos os dias eleva consideravelmente os gastos no final do mês. Segundo um levantamento feito em 51 municípios do Brasil pela Associação das Empresas de Benefício ao Trabalhador (ABBT), o custo médio de uma refeição que inclua prato principal, bebida, sobremesa e café é de R$ 34, o que representa em torno de 80% do salário mínimo, considerando 22 dias de trabalho.

Esse valor pesa para o trabalhador ou para a empresa que concede o vale-refeição como benefício ao funcionário, que costuma oferecer um montante um pouco mais baixo, em média R$ 25 por pessoa. Por isso, muitas empresas optam pela instalação de um restaurante interno que, mesmo com a administração terceirizada, o valor por refeição cai para menos da metade.

O fato é que a redução de custos é uma necessidade, seja para o trabalhador, para a empresa, aos restaurantes ou organizações que atuam na área de alimentação coletiva. No caso da Exal, empresa que atua nesse segmento e serve cerca de 100 mil refeições ao dia, a gestão inteligente de recursos é uma das prioridades. Por isso, desde 2016, a organização busca alternativas para equilibrar a entrega de um serviço de refeições empresariais de excelência, a um custo reduzido e com preços justos.

De acordo com o diretor de Operações da Exal, Leocádio Bento Filho, a solução foi focar em um planejamento inteligente de compras corporativas. Por meio do Planejamento de Compras e Processos, o PCP, é possível garantir mais flexibilidade na negociação, competitividade de mercado, criatividade e qualidade no cardápio. “Antes a compra era feita regionalmente, agora há um poder maior de negociação e com a mesma velocidade de entrega. A ideia é gerenciar essa compra por volume de ingredientes utilizados em diversas unidades, mantendo a liberdade de escolha da preparação”, afirma.

Outro ganho que o PCP traz é que o cardápio passou a ser avaliado por duas pessoas: pela nutricionista e pela gestora de unidade. A Exal possui um departamento de Planejamento de Compras que, mensalmente, recebe todos os cardápios feitos pelas gestoras, com isso, é possível realizar a previsão e gestão de compras, levando em consideração as particularidades dos clientes que possuem o restaurante administrado pela empresa.

Desafios das vendas: como as técnicas de PNL podem ajudar?

Em vendas físicas ou virtuais, a experiência de consumo passa por uma transformação. Diante desse cenário, o papel do vendedor precisa ser revisto, afinal, ele compete o tempo todo com os e-commerces que, entre as principais vantagens, trazem bons preços e comodidade aos consumidores. Mas como aprimorar o atendimento e garantir a venda física?

Técnicas ligadas à programação neurolinguística podem contribuir durante os processos de negociação.  Nesta quarta-feira, 18 de outubro, a partir das 8h28, a Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Alemanha (AHK Paraná) promove um café-palestra sobre o assunto.

Durante o encontro “A Venda na Palma da sua Mão”, conduzido pelo trainer Heverson do Valle, os principais passos da venda – abordagem inteligente; sondagem eficaz, apresentação coerente; objeção e fechamento – serão abordados de maneira dinâmica, proporcionando melhor fixação e utilização prática.

Para você que quer impulsionar as suas vendas, confira as dicas de Heverson do Valle:

1 – Acredite no seu produto

A melhor venda é aquela que acontece de dentro para fora. Saber que possui um excelente produto faz toda diferença no ato da venda.

2 – Avalie sua concorrência

Entenda todos os detalhes do seu concorrente e, de forma positiva, demonstre quais são os diferenciais do seu produto.

3 – Valorize-se

O seu conhecimento e experiência valem muito! Agregue esse valor à venda.

4 – Aprenda a conviver com o “não”

Quanto mais vezes você ouvir “não” do seu cliente, significa que você está mais próximo do “sim”. Haja de forma amigável, pois enquanto a negativa for somente para o seu produto você ainda possui as portas abertas.

5 – Esteja bem consigo mesmo

Pela manhã, mentalize os seus objetivos e não permita que pensamentos negativos invadam a sua mente. Se você já venceu ontem, vai vencer hoje!

Serviço:

Café-palestra (AHK Paraná|Heverson do Valle) “A venda na palma da sua mão”

Data: quinta-feira (18)

Horário: a partir das 8h28

Local: Grand Hotel Rayon| Rua Visconde de Nácar, 1424 – Centro (Curitiba)

Inscrições e informações: (41) 3323-5958 ou ahkparana@ahkbrasil.com

Observação: será uma excelente oportunidade para fazer networking. Além disso, 50% da renda arrecadada pelo trainer será destinada aos Projetos do Rotary Club.

Prêmio Ibema Gravura faz vernissage no Solar do Barão

Concurso, que atraiu 134 inscritos de todo o Brasil, é o único promovido pela iniciativa privada na área da gravura

Consolidado como única premiação para gravuristas realizada pela iniciativa privada, o 8º Prêmio Ibema Gravura inaugura dia 18 de outubro exposição com 20 artistas de todo o país. O vernissage será no Museu da Gravura Cidade de Curitiba, no Solar do Barão, às 19h30. A entrada é franca.

“Convidamos novos artistas para imergir nesse mundo encantador”, diz a coordenadora do prêmio, Lilian Queiroz. “Buscamos ideias que tragam a gravura para perto não só dos estudantes de artes, mas de todos os brasileiros, preservando a nossa cultura com carinho e dedicação.”

O número de inscritos cresceu bastante em 2018, e a seleção das 134 obras enviadas por jovens criadores foi feita por um júri formado por artistas renomados na área. “Desde a primeira até esta oitava edição, percebe-se um acréscimo de qualidade bastante grande, além de um fluxo maior de obras de outros estados”, comemora a artista plástica e professora Uiara Bartira, jurada que acompanha o prêmio desde o início.

O primeiro lugar foi conferido à gravura “Sala”, do paulistano Lucas Naganuma de Rezende. O segundo foi para “com quantas queimas perco seu retrato?”, da baiana Patrícia Paixão Martins, e o terceiro, para obra sem título da curitibana Sílvia da Silva. Juntos eles dividem o prêmio de R$ 9,5 mil.

“Esse trabalho é um dos primeiros que fiz de uma série, ainda em andamento, de paisagens e cenas urbanas. É a sala do apartamento onde moro”, conta Lucas Rezende, que cita como inspiração o fotógrafo japonês Daido Moriyama e suas cenas urbanas de Tóquio, o futurismo de Blade Runner, o cinema de Robert Bresson e as pinturas de Edward Hopper.

A Ibema, uma das maiores fabricante de papelcartão do Brasil e da América Latina, investe no resgate e manutenção da arte milenar da gravura como estímulo ao mercado gráfico e de embalagens. “Percebemos que a impressão digital dava sinais de domínio do mercado, e aos poucos, assistíamos às raízes gráficas sendo esquecidas. Foi aí que tivemos a ideia de organizar um prêmio para resgatar a história da impressão gráfica e ajudar na propagação da arte da gravura”, explica o consultor Fábio Mestriner, especialista no Design de Embalagens e consultor da Ibema.

Jussara Age, que entrou para o júri nesta edição do prêmio, lembra que a gravura tem um processo tecnicamente difícil de ser dominado. “O prêmio acompanhará a carreira desses novos artistas por um bom tempo, porque vemos que ele veio para ficar”, garante o jurado Nelson Hohmann, que é orientador de Gravura no Museu da Gravura Cidade de Curitiba desde 1994.

“É importante que o jovem artista participe de iniciativas como esta mostra, para entender que pode construir imagens e não é só o celular que traz imagens prontas”, defende a jurada Uiara Bartira.

 

Conheça as obras no site www.premioibemagravura.com.br

 

SERVIÇO – Vernissage e exposição 8º Prêmio Ibema Gravura

Dia 18 de outubro, às 19h30

Local: Museu da Gravura Cidade de Curitiba. Solar do Barão – Sala Gilda Belczak

Rua Pres. Carlos Cavalcanti, 533. Fone: (41) 3321-3267

Visitação: ter. a sex. das 9h às 12h e das 13h às 18h; sáb. e dom. das 13h às 18h.

Entrada franca

A pirataria de software e as suas consequências jurídicas

Por Rene Toedter

A pirataria de software consiste na utilização ilegal de programas de computador, o que viola os direitos autorais dos seus criadores. Dentre as principais ilegalidades estão a falsificação e a reprodução não autorizada. Justificando-se na estatística elevada de programas ilegais de computador, as empresas criadoras de software superaram as campanhas de legalização para adotarem posturas mais ativas visando coibir atos de pirataria. Assim, cada vez mais costumeiras, são as ações no Poder Judiciário visando a fiscalização de parques de computadores para confirmar o uso regular (ou não) de softwares.

Essas ações judiciais gozam de peculiaridades e compreendem, ao menos, dois momentos bem definidos. Primeiro as ações são propostas em segredo de justiça e buscam a autorização do Juízo para permitir que um perito, acompanhado de um oficial de justiça, analise a existência de cópias ilegais de programas em determinada empresa, que seria o que chamamos na linguagem advocatícia a “produção antecipada de provas”. O fator surpresa é essencial e justificado para garantir o sucesso da fiscalização. Os pedidos desta natureza são deferidos e autorizados pelo Poder Judiciário, mesmo que não haja indícios ou provas de alguma irregularidade. A fiscalização, então, é feita sob a regência do Judiciário, mesmo que não tenha sido formalizada prévia denúncia à empresa fiscalizada, tampouco tenha ocorrido qualquer procedimento prévio e extrajudicial. Nesta fase, é suficiente apenas o requerimento da empresa criadora do software.

Com o laudo de constatação, não necessariamente completo e detalhado, mas com apontamentos sobre o número de computadores e de programas, a empresa detentora do software ajuíza uma segunda ação contra a fiscalizada. Desta vez, aí sim postulando – com base em precedentes do Superior Tribunal de Justiça – a indenização, que corresponde a dez vezes do preço de mercado de cada cópia do software utilizado de modo irregular, ou seja, é a “ação indenizatória cumulada com inibitória”.

Apesar destas ações serem pautadas, muitas vezes, em informações meramente especulativas sobre o uso irregular e ilegal de software, os julgados e decisões judiciais não permitem muita margem de discussão. Há uma total transferência do ônus da prova para a empresa fiscalizada, esta deve comprovar o uso regular de todo e qualquer software.

São raras e específicas as situações em que o Judiciário entende existir um abuso de direito por parte da empresa detentora do direito sobre o software na fiscalização e apuração do ato de pirataria. O debate então se resume em comprovar a regularidade no uso do software, o que deve ser feito pela empresa fiscalizada e na atenção no momento da vistoria realizada pelo perito do juízo e na reunião dos documentos que comprovem a compra de licenças de uso dos softwares.

O segundo ponto em discussão passa a ser o valor a arbitrado a título de indenização em caso de se constar alguma irregularidade no uso do software. Apesar do pleito das empresas de que esta indenização corresponda a dez vezes o preço de mercado de cada cópia de software irregular, há uma margem de discricionariedade ao juízo responsável por processar e julgar a ação. Portanto, a indenização pode variar entre o valor correspondente à aquisição do programa, mas pode atingir o teto de dez vezes esta quantia.

*Rene Toedter é Mestre em Direito do Estado pela Universidade Federal do Paraná, advogado e sócio do Departamento Contencioso da Andersen Ballão Advocacia.

Desfralde de criança autista requer planejamento e persistência

Terapeuta ocupacional do CERNE dá dicas para auxiliar famílias que buscam maior independência e conforto

 Com a chegada do calor é hora de treinar seu filho para a retirada da fralda, um processo que requer paciência e parceria de família e escola. O processo é ainda mais complexo quando se trata de crianças e adolescentes autistas, que podem levar alguns anos até a adaptação completa, alerta a terapeuta ocupacional Syomara Smidiziuk, do Centro de Excelência em Recuperação Neurológica (CERNE). “O prêmio é a independência e maior conforto para eles”, afirma. O CERNE tem realizado com sucesso o desfralde de crianças e adolescentes com dificuldades motoras, cognitivas e pessoas com transtorno do espectro autista.

A retirada da fralda para a pessoa com deficiência precisa seguir três etapas: a observação dos hábitos e preenchimento de uma tabela de horários de ida ao banheiro por no mínimo 15 dias, a análise da tabela e organização do plano de ação. Depois, é necessário persistir por no mínimo três semanas com o mesmo plano, sabendo que os escapes são normais.

Dicas práticas para o plano de ação envolvem a antecipação (levar a criança ao banheiro 10 minutos antes do horário marcado); proporcionar a familiaridade com o banheiro que será utilizado; apoiar os pés, usando um banquinho ou adaptadores, sentar a criança ereta e deixar que ela escolha a melhor posição; e estimular a bexiga com massagem, se necessário. A meta é levá-la seis vezes por dia ao banheiro, ficando no máximo cinco minutos cada vez.

“Não use o banheiro como uma brincadeira; não pergunte se ela quer ir, apenas conduza; e, muito importante: para crianças com dificuldade de comunicação, use gestos, sinais ou fotos”, ensina Syomara. Outra sugestão é adotar uma recompensa exclusiva para a ida ao banheiro e manter as fraldas somente para dormir ou sair de casa.

É importante certificar-se que não existe uma explicação médica para a dificuldade na retirada, como o comprometimento da bexiga. “Mas, em geral, o processo tem muito mais a ver com a organização familiar do que com um mau funcionamento do corpo”, explica a terapeuta. As famílias que necessitarem podem contar com o auxílio da terapia ocupacional nessa importante transição.

É importante ainda que a escola esteja em sintonia com a família e o terapeuta, seguindo um plano de ação único. Caroline Fardoski Kloss conta que o trabalho para o desfralde do filho Octávio, de quase 4 anos, começou com a linguagem. “Usamos imagens numa sequência e coloquei no banheiro, mostrando os passos”, conta. “Logo ele começou a entender.”

Ainda falta completar o processo, porque, em alguns casos, quando sente vontade de ir ao banheiro, o menino se esconde. “As terapeutas do CERNE me ajudaram a saber como agir, a não repreender e sim parabenizar. Vejo que ele está mais independente do que era”, comemora.

Outras dica é usar jogos e aplicativos para a família que ensinam a ir ao banheiro, como “Pepi Play” e “Potty Training”.

Desafios

As maiores dificuldades enfrentadas pelas crianças autistas durante o desfralde costumam envolver quatro áreas: linguagem (entender o estímulo do adulto relacionado à ida ao banheiro); vestuário (demora ou incapacidade de retirar as roupas); o próprio medo de se sentar no vaso ou do barulho da descarga; e o conhecimento do corpo (ele pode não perceber a roupa molhada).

“Toda criança é capaz de sair das fraldas, desde que não haja uma patologia urológica”, assegura Syomara. Além da independência proporcionada à criança ou adolescente, o desfralde previne casos de infecção urinária, mau cheiro e o desconforto do paciente. Outra vantagem é a menor quantidade de laxante necessário para o bom funcionamento do organismo.

Alimentação reflete diretamente no desempenho do colaborador

Atenta ao bem-estar e à saúde dos trabalhadores, a Exal possui opções de pratos diferenciados para quem busca alimentação balanceada ou possui alguma restrição alimentar

 O desempenho dos colaboradores está atrelado a diversos fatores, um deles é a alimentação, que influencia diretamente na eficiência e na concentração, além de melhorar a qualidade de vida dentro e fora da empresa. Preocupada com a saúde e o bem-estar dos profissionais que atuam em empresas parceiras, a Exal – Excelência em Alimentação – oferece opções diferenciadas para quem procura ter uma refeição balanceada.

A busca por uma alimentação saudável pode ser comprovada pela pesquisa do Instituto Datafolha, que identificou que mais da metade dos clientes de estabelecimentos gastronômicos do país estão interessados em consumir alimentos saudáveis. Segundo o estudo de 2016, 53% das pessoas entrevistadas perceberam um aumento na procura por frutas, 61% dos clientes estão consumindo mais verduras e legumes, e 65% afirmaram que as pessoas estão acrescentando sucos de frutas ao cardápio.

De acordo com Sarielly Saurin, gerente de Qualidade e nutricionista da Exal, organização que atua no segmento de alimentação coletiva e serve cerca de 100 mil refeições ao dia, entre as alternativas saudáveis está o “exalight”, uma opção balanceada em calorias e nutrientes, composta por uma porção de carboidrato, uma de proteína e uma de fibras. “Normalmente, é solicitado pelas pessoas que buscam uma opção mais equilibrada. Os colaboradores das empresas que possuem esse serviço podem, um dia antes, realizar a reserva do prato, com valor calórico entre 500 e 700 calorias”, diz Sarielly.

Atenção à saúde

Além do foco naqueles que buscam uma vida saudável, a preocupação da Exal se estende aos colaboradores com alguma doença ou restrição alimentar, como diabetes, hipertensão, obesidade, doença celíaca, intolerância à lactose e outras. “Entre os cuidados especiais, no caso de celíacos, por exemplo, utilizamos utensílios de cor diferenciada para alimentos alergênicos. Isso evita a contaminação cruzada. Quanto aos diabéticos, hipertensos ou outros, ao receber o pedido do cliente também temos um cuidado especial no preparo das comidas”, relata.

Segundo a gerente de Qualidade e nutricionista, um informativo é deixado no início do buffet para que os colaboradores tenham acesso às informações de cada prato. “Para que as pessoas alérgicas evitem o consumo de determinados alimentos, identificamos o cardápio com marcações de acordo com o alergênico contido naquela preparação específica”, expõe. Os grupos de alimentos identificados pela Exal como de risco alérgico são: trigo, leite, soja, amendoim, castanha, nozes e ovos.

Além disso, por meio do Programa Mais Saúde e Vida, são feitas orientações para reeducação alimentar e adaptação ao cardápio diário dos restaurantes administrados pela Exal, conforme as necessidades dos colaboradores. “Informações sobre os valores e benefícios nutricionais dos alimentos são disponibilizadas em todos os nossos restaurantes. Trabalhamos com displays que informam o nome do prato, as calorias por porção e, ainda, sinalizamos com marcadores de cor verde, amarela ou vermelha. Essas cores indicativas têm o objetivo de orientar os trabalhadores sobre como montar o prato de forma saudável”, conclui Sarielly.

E tudo isso que começa no trabalho pode se estender para casa. Os novos hábitos introduzidos e as informações aprendidas no restaurante da empresa, aos poucos, ajudam as pessoas a se alimentarem com mais qualidade no dia a dia.