Preocupação com o meio ambiente requer materiais sustentáveis e de fácil reciclagem

Papelcartão Ibema vem como uma solução para as empresas e conquista mercado brasileiro

 Neste Dia da Árvore, a Ibema comemora os avanços técnicos no setor de reciclagem e a consolidação do papelcartão feito com árvores plantadas no mercado.

O projeto PLS 92/2018, que prevê a retirada gradual do plástico da composição de pratos, copos, bandejas e talheres descartáveis segue em análise na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE). Se a medida for aprovada, o plástico deve ser totalmente substituído por materiais biodegradáveis em itens destinados ao acondicionamento de alimentos prontos para o consumo, em um prazo de dez anos.

A pesquisa divulgada este ano pelo departamento de ciência do Reino Unido, mostra que até 2025 os oceanos do planeta podem ter até três vezes mais plástico. Os pedaços maiores podem estrangular animais, já os menores podem ser ingeridos por peixes, que servem de alimento para outros seres e até para nós humanos. Além disso, o material tem um alto número de produtos químicos em sua produção, o que aumenta o desequilíbrio ambiental.

Com dados tão preocupantes, o mercado procura alternativas viáveis ao material, uma delas é o papelcartão. A matéria-prima básica do papelcartão é a celulose, resultante principalmente do beneficiamento da madeira de florestas plantadas e da reciclagem de aparas de papel geradas durante o processo industrial. O Brasil é pioneiro em sustentabilidade e manejo responsável, com toda a produção nacional proveniente de florestas plantadas – que ocupam 7,84 milhões de hectares, o correspondente a 0,9% do território nacional.

No panorama geral, Nilton Saraiva, presidente de um dos maiores players do setor na América Latina, a Ibema, observa que a indústria de papelcartão teve um excelente resultado na Europa nos últimos anos. Já quanto ao mercado brasileiro, Saraiva vê um cenário positivo para o setor, que está em expansão e deve ter um crescimento médio de 3% este ano. “Hoje vemos o papelcartão entrando em pequenas sorveterias, em pequenos negócios e é claro nas grandes empresas, como uma solução mais sustentável, menos agressiva ao meio ambiente”, avalia.

 

Biodegradável e 100% reciclável, o papelcartão server para confeccionar caixas e embalagens de alimentos, cosméticos, medicamentos e bebidas, oferecendo inúmeras possibilidades de design e ótima qualidade para impressão, além de ser uma ótima ferramenta de comunicação, afinal é possível imprimir em todos os seus lados. Aqui no país algumas marcas já apostam na utilização do papelcartão como alternativa para suas embalagens. E os exemplos vão das pequenas as grandes empresas: O Boticário, Mc Donalds, a chocolateria Nugali, entre outros. “O aumento da demanda de papelcartão se deve à valorização de seus atributos por parte dos brand owners, consumidores e inovações que permitem que o papelcartão possa ser utilizado em diversas aplicações, além das convencionais. Isso porque, para o mercado de embalagens, o papelcartão além de ser sustentável – fonte de matéria-prima renovável, biodegradável e reciclável – oferece alta qualidade na impressão,variedade de texturas e acabamentos, design estrutural – além do amplo espaço para informação”, revela Fabiane Staschower, Executiva de Inovação de Embalagens.

 

Sobre a Ibema: Gerar valor de maneira sustentável por meio da fabricação e distribuição de produtos que conquistem a preferência dos clientes, contribuindo com iniciativas que favoreçam toda a cadeia, com a dedicação e preocupação de garantir o melhor resultado para a empresa e seus clientes. Esta é a missão da Ibema, fabricante de papelcartão, que permeia a sua atuação com base no conceito de foco do cliente. A empresa, fundada em 1955, é hoje um dos players mais competitivos da América Latina. Sua estrutura é composta por sede administrativa localizada em Curitiba, centro de distribuição direta em Araucária com área útil de 12 mil m2 e fábricas instaladas nos municípios de Turvo, no Paraná, e em Embu das Artes, em São Paulo, que juntas possuem capacidade de produção anual de 140 mil toneladas. Em seu portfólio, estão os melhores produtos, reconhecidos pela qualidade e performance na indústria gráfica. A empresa, que atualmente conta com aproximadamente 880 colaborares, possui unidades certificadas pela ISO 9001, pela ISO 14001 e pelo FSC (Forest Stewardship Council). Para mais informações sobre produtos e serviços, acesse o nosso site, disponível também nos idiomas espanhol e inglês: www.ibema.com.br.

Quanto vale a saúde e a segurança no trabalho?

Restaurante administrado pela Exal na BO Paper, indústria do segmento de papel, comemora seis anos sem acidentes de trabalho 

O Brasil é o quarto país do mundo que mais registra acidentes de trabalho.  Segundo informações da Previdência Social e Ministério do Trabalho, por ano, ocorrem 700 mil acidentes – os motivos vão da falta de equipamentos até a exaustão dos profissionais.  Mas, afinal, como as empresas podem amenizar esse problema? A resposta está na prevenção, somada a condições favoráveis de trabalho.

É assim que a Exal – Excelência em Alimentação atua: com a prevenção. A preocupação com a saúde e a qualidade de vida de seus colaboradores e dos trabalhadores das empresas parceiras estão entre as prioridades da companhia.  “A gestão de segurança do trabalho está em conformidade com a legislação e atrelada a ferramentas de apoio eficientes na prevenção de acidentes e doenças ocupacionais”, afirma a técnica de Segurança do Trabalho da Exal, Miriam Gonçalves.

Na BO Paper – unidade Arapoti, que tem o restaurante administrado pela Exal, o resultado é tão positivo que a companhia está há seis anos sem acidentes de trabalho. Por dia, 500 refeições são servidas em três turnos.

De acordo com a técnica de Segurança, além da vigilância constante, uma das ferramentas usadas é o DSS, instrumento de comunicação entre a TST e os colaboradores, que tem a função de conscientizá-los sobre diversos assuntos relacionados à prevenção contra acidentes e doenças ocupacionais. Com isso, houve uma queda de 72% no índice de acidentes na Exal.

No caso de restaurantes, os principais riscos são a ausência de equipamentos, a falta de treinamentos relacionados à função do empregado, problemas de políticas internas que não promovam a prevenção, assim como a capacidade mental ou física das pessoas. “Adotamos um lema : eu me cuido, cuido do meu colega e deixo que cuidem de mim. Isso tem refletido diretamente na segurança dos nossos colaboradores, por isso, estamos comemorando seis anos sem acidente”, conclui Miriam.

Sobre a Exal – A empresa atua no segmento de alimentação coletiva há 25 anos e tem como diferencial a excelência na alimentação, visando oferecer aos colaboradores de empresas e indústrias uma alimentação diferenciada, onde o bem-estar, a saúde e a qualidade de vida estão em primeiro lugar. A Exal conta com, aproximadamente, 1.500 colaboradores e oferece cerca de 100 mil refeições por dia. Os restaurantes são administrados por nutricionistas com formação em gestão de negócios e todos os profissionais passam por etapas de treinamentos e capacitação de acordo com a atuação dentro da empresa. Mais informaçõeswww.exal.com.br.

A profissão de síndico será regulamentada?

* Por Fernanda Macedo Pereira Guimarães  

Com a entrega de novos empreendimentos imobiliários, mais complexos e elaborados, passou a surgir uma forte demanda pela gestão profissional de condomínios. O Art. 1.347 do Código Civil Brasileiro estabelece que o síndico poderá ser pessoas condôminas ou não, ou seja,  pessoas físicas ou jurídicas não proprietárias e especializadas em exercer a atividade.  A norma esclarece, ainda que, o síndico pode permanecer no cargo por prazo não superior a dois anos, cabendo renovação.

A permissão concedida pela lei em se eleger síndico não condômino, fez surgir a figura do síndico profissional. Assim, enquanto antes somente o síndico condômino exercia essa função, atualmente tem-se verificado uma forte tendência em se delegar a atividade administrativa dos condomínios edilícios a pessoas não moradoras.

O fato ocorre, não apenas pelo receio dos condôminos em assumirem as responsabilidades civis que recaem sobre a figura do síndico, mas também pelo desgaste que evitam sofrer junto aos demais vizinhos para resolver conflitos, priorizando o bom relacionamento entre os moradores.

Contudo, a figura do síndico profissional ainda não foi regulamentada pelo ordenamento jurídico brasileiro, o que fragiliza tanto a atividade do síndico condômino quanto a do próprio condomínio, ao contratar síndico profissional, não condômino, uma vez que o Art. 1.348 do Código Civil estabelece apenas as funções do síndico condômino.

Diante dessa carência legislativa, tramita perante à CCJ – Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania o Projeto de Lei do Senado n° 348, de 2018, que tem por objetivo regulamentar a figura do síndico profissional. O projeto de lei altera os artigos 1.347, 1.348, 1.349 e 1.354 do Código Civil, passando a dispor sobre a habilitação profissional do síndico, suas competências, forma de renúncia, dever de prestação de contas e destituição, além de tratar do uso de procurações em assembleias condominiais. Ainda de acordo com o projeto de lei, o síndico profissional deverá estar devidamente habilitado e capacitado para o exercício de suas funções pelo CRA – Conselho Regional de Administração. As pessoas jurídicas também poderão exercer a figura de síndico profissional, desde que igualmente registradas perante o CRA, comprovando a existência de responsáveis técnicos habilitados para tanto em seu quadro de colaboradores. Importante salientar, por fim, que a proposta de regulamentação da profissão de síndico engloba tão somente os síndicos não condôminos, ou seja, aquelas que atuam de forma profissional e não residem no imóvel. Assim, permanece livre e possível o exercício da função de síndico pelo condômino. De todo modo, com a regulamentação da figura do síndico profissional, os condomínios certamente elevarão seu grau de exigência ao eleger seus futuros síndicos, avaliando de forma criteriosa o grau de conhecimento técnico e experiência do candidato para a função, seja ele síndico condômino ou profissional.

Fernanda Macedo Pereira Guimarães é advogada especializada em Direito Imobiliário pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) e sócia-fundadora do escritório Guimarães & Lopes Martins Advogados Associados.